Algo escrito a muito, muito tempo atrás...
MINHA MORADIA É FIXA
Você me deixou
Logo voltou
Foi embora
Logo agora
Não quero mais te ver!
Não posso mais te ver!
Não quero mais dizer,
Seu nome ao anoitecer
Se quiseres voltar
Volte, Volte... quando quiser!
Minha moradia é fixa até o dia que não deixar de ser.
Se achas que te amo... Estás certo!
Mas não pense que és o meu dono! Não! És sim o dono do meu amor...
Amor, amor, amor... O amor não existe, no nosso caso RESISTE!
Dizem que o amor é vizinho do ódio,
E o meu ódio já foi adiante, muito antes
Porque dizer num momento desespero, coisas que jamais sentiu?
Me deixou confusa, louca, completamente louca de amor e ódio
Uma louca mansa!
Não, não me entendo mesmo
Você tem toda razão, baby!
Só sei que te quero
Ah sim quero, até mesmo quando amor acabar, continuarei te querendo ao meu lado
Irei fazer tudo, tudo, tudo
Repetirei todos os atos insanos e impulsivos
E sabe... Não voltarei para novamente estar ao seu lado!
Acabou!
Confusamente, acabou!
As nossas algemas estão rompidas, porém nossas mãos continuam atadas.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Musicando para achar o meu estado de ser de SER- EN- IDADE ou de FASE!
Tô
Tom Zé
Composição: (Tom Zé)
Tô bem de baixo prá poder subir
Tô bem de cima prá poder cair
Tô dividindo prá poder sobrar
Desperdiçando prá poder faltar
Devagarinho prá poder caber
Bem de leve prá não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar
Eu tô te explicando
Prá te confundir
Eu tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar
Suavemente prá poder rasgar
Olho fechado prá te ver melhor
Com alegria prá poder chorar
Desesperado prá ter paciência
Carinhoso prá poder ferir
Lentamente prá não atrasar
Atrás da vida prá poder morrer
Eu tô me despedindo prá poder voltar
Tom Zé
Composição: (Tom Zé)
Tô bem de baixo prá poder subir
Tô bem de cima prá poder cair
Tô dividindo prá poder sobrar
Desperdiçando prá poder faltar
Devagarinho prá poder caber
Bem de leve prá não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar
Eu tô te explicando
Prá te confundir
Eu tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar
Suavemente prá poder rasgar
Olho fechado prá te ver melhor
Com alegria prá poder chorar
Desesperado prá ter paciência
Carinhoso prá poder ferir
Lentamente prá não atrasar
Atrás da vida prá poder morrer
Eu tô me despedindo prá poder voltar
domingo, 12 de dezembro de 2010
CONFUSÕES NECESSÁRIAS
Através das confusões, chego as minhas conclusões.
Pelas certezas conquisto minhas infinitas incertezas.
Na ausência do acalento desejado encontro a solidão.
E na solidão que busco o auto-conhecimento
Pelas certezas conquisto minhas infinitas incertezas.
Na ausência do acalento desejado encontro a solidão.
E na solidão que busco o auto-conhecimento
ETER NA MENTE
Segundo o dicionário Priberam (on line):
éter (è)
s. m.
1. Regiões superiores da atmosfera.
2. Ar dessas regiões.
3. Fluido cósmico condutor da luz e do calor pelo espaço.
4. Líquido volátil e inflamável obtido do álcool puro
Éter é também o nome da substância que os filósofos, os naturalistas e posteriormente os físicos acreditavam que existia em todo o universo, mas sem massa, volume e indetectável, pois não provocaria atrito. Os físicos do séc. XIX sabiam que a luz tinha natureza ondulatória, e imaginavam portanto que essa deveria precisar de um meio para propagar-se. Daí o éter. Sabe-se hoje que essa substância não existe. Dada a característica de volatilidade do éter etílico e sua facilidade de produção a partir do etanol (álcool ou espírito de vinho) e do ácido sulfúrico (por isso mesmo, no passado tratado por éter sulfúrico), conhecida desde a época dos alquimistas, daí adveio a nomenclatura desta classe de compostos
Em muitas situações utilizamos o ETER na representatividade do elemento AR (como descrito na definição 2 do dicionário) e assim pontuamos como elementos: Terra, Água, Fogo e ETER, apesar de que sendo este também considerado inflamável, poderia competentemente representar o elemento fogo.
A questão é sendo fogo ou ar, ou até mesmo a junção de ambos esse acaba por desenvolver uma grande transformação por onde passe... isso sem contar nas possíveis devastações.
Já imaginou o que seria o ETER na sua MENTE? ETER NA MENTE!!!!!!!
Opa, mais de onde surgiu o conforto do ETER NA MENTE?
Porque imaginamos uma permanência?
Um ETER seria permanente ou ETERNAMENTE em algum lugar?
Sendo assim desejo que meus dias sejam ETER NA MENTE assim... inconstantes... transformados... vividos com gosto novo ....
Desejo muitas situações ETER NA MENTE para o universo! E que junto venha os elementos ÁGUA para nos conectar ao nosso divino e a TERRA para nos sintonizar a nossa missão aqui.
ETER, ETER, ETER, me leve para onde eu deva estar!!!
éter (è)
s. m.
1. Regiões superiores da atmosfera.
2. Ar dessas regiões.
3. Fluido cósmico condutor da luz e do calor pelo espaço.
4. Líquido volátil e inflamável obtido do álcool puro
Éter é também o nome da substância que os filósofos, os naturalistas e posteriormente os físicos acreditavam que existia em todo o universo, mas sem massa, volume e indetectável, pois não provocaria atrito. Os físicos do séc. XIX sabiam que a luz tinha natureza ondulatória, e imaginavam portanto que essa deveria precisar de um meio para propagar-se. Daí o éter. Sabe-se hoje que essa substância não existe. Dada a característica de volatilidade do éter etílico e sua facilidade de produção a partir do etanol (álcool ou espírito de vinho) e do ácido sulfúrico (por isso mesmo, no passado tratado por éter sulfúrico), conhecida desde a época dos alquimistas, daí adveio a nomenclatura desta classe de compostos
Em muitas situações utilizamos o ETER na representatividade do elemento AR (como descrito na definição 2 do dicionário) e assim pontuamos como elementos: Terra, Água, Fogo e ETER, apesar de que sendo este também considerado inflamável, poderia competentemente representar o elemento fogo.
A questão é sendo fogo ou ar, ou até mesmo a junção de ambos esse acaba por desenvolver uma grande transformação por onde passe... isso sem contar nas possíveis devastações.
Já imaginou o que seria o ETER na sua MENTE? ETER NA MENTE!!!!!!!
Opa, mais de onde surgiu o conforto do ETER NA MENTE?
Porque imaginamos uma permanência?
Um ETER seria permanente ou ETERNAMENTE em algum lugar?
Sendo assim desejo que meus dias sejam ETER NA MENTE assim... inconstantes... transformados... vividos com gosto novo ....
Desejo muitas situações ETER NA MENTE para o universo! E que junto venha os elementos ÁGUA para nos conectar ao nosso divino e a TERRA para nos sintonizar a nossa missão aqui.
ETER, ETER, ETER, me leve para onde eu deva estar!!!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Estranho...
Estranho mais sempre começo a escrever com a palavra “ estranho” percebo que a estranheza é um sentimento que me leva á escrever.
A estranheza acumulada fez-me “ estacionar” desta vez, talvez por necessidade momentânea de ação e a não possibilidade de reflexão.
Réquiem para um sonho... Réquiem para uma passagem.... Réquiem para sua passagem aqui neste jardim chamado terra.
Sentirei saudades. Já sinto saudades! Sinto também a vida contida nas fotografias que “ perpetuaram” olhares e sentimentos... Você continua aqui, você continua lá no sopro que abre as cortinas.
Sua voz no telefone ainda é ouvida e seu jeito de falar assoviado, ar esse que te dava um sotaque único, ainda é sentido.
Bom foi ter dito e sentido “ sem limites”, apesar disso ter me “ custado” algumas dores... Faria tudo novamente... Você foi a minha inspiração por muito tempo e agora transforma-se em lágrimas que molham o solo e faz florescer...
As palavras... As palavras que te disse sempre foram para mim... Eu sei que fugi de você exatamente no momento em que não mais me encontrará.
Vai com anjos! Vai com Deus!... Líberte-se! Liberte-se! Perdoe! Perdoe! Perdoe-se!!
Rosa, Rosa, Rosa, Rosa...
Saí desse lago, lave-se com as águas, passe-as nos olhos e na garganta... Levante-se minha sábia... Continue ai... Ainda é tempo amor, sempre é tempo de viver a vida!!! (mesmo em outra dimensão o tempo é atemporal)
Muitas coisas ficarão aqui... a sua força em lutar pelo que queria, até o último suspiro, batalhando para voltar, com a mesma vontade do primeiro dia.
Foi muito bom conhecer-te e ao teu lado ver as cortinas se abrir. De lá foi possível, dessa vez, observar as costuras e arremates. Elas já não estavam mais escondidas de nossos olhos.
A estranheza acumulada fez-me “ estacionar” desta vez, talvez por necessidade momentânea de ação e a não possibilidade de reflexão.
Réquiem para um sonho... Réquiem para uma passagem.... Réquiem para sua passagem aqui neste jardim chamado terra.
Sentirei saudades. Já sinto saudades! Sinto também a vida contida nas fotografias que “ perpetuaram” olhares e sentimentos... Você continua aqui, você continua lá no sopro que abre as cortinas.
Sua voz no telefone ainda é ouvida e seu jeito de falar assoviado, ar esse que te dava um sotaque único, ainda é sentido.
Bom foi ter dito e sentido “ sem limites”, apesar disso ter me “ custado” algumas dores... Faria tudo novamente... Você foi a minha inspiração por muito tempo e agora transforma-se em lágrimas que molham o solo e faz florescer...
As palavras... As palavras que te disse sempre foram para mim... Eu sei que fugi de você exatamente no momento em que não mais me encontrará.
Vai com anjos! Vai com Deus!... Líberte-se! Liberte-se! Perdoe! Perdoe! Perdoe-se!!
Rosa, Rosa, Rosa, Rosa...
Saí desse lago, lave-se com as águas, passe-as nos olhos e na garganta... Levante-se minha sábia... Continue ai... Ainda é tempo amor, sempre é tempo de viver a vida!!! (mesmo em outra dimensão o tempo é atemporal)
Muitas coisas ficarão aqui... a sua força em lutar pelo que queria, até o último suspiro, batalhando para voltar, com a mesma vontade do primeiro dia.
Foi muito bom conhecer-te e ao teu lado ver as cortinas se abrir. De lá foi possível, dessa vez, observar as costuras e arremates. Elas já não estavam mais escondidas de nossos olhos.
Opa se Lembro! Claro que dói!
Fala de uma mulher após seus sessenta anos de idade:
“Menina coloca a mão aqui no meu peito. Estou muito emocionada (os olhos lagrimejando), estou realizando o maior sonho da minha vida, subir num palco e mais ainda, exatamente na hora em que as cortinas aqui se abrirem, também abrirão para receber meu filho que dentro de sua rotina de trabalho também entra no palco.”
Hoje faz dez dias que você se foi daqui e somente agora começa sair algo de mim, talvez porque tenha muito...
Desde o início a admiração, a vontade de abraçar a vontade de cuidar. Afinal era como zelar a esperança de uma vida diferente, de ver o envelhecer como uma transformação e não mais como um sofrimento.
Tudo era assim... a cada encontro lágrimas de satisfação caiam... não percebia a possível existência escondida de uma depressão.
Um dia em um exercício de um caminhar, um cair e um lento e com certeza dolorido “desabar”...
Superação, nova atuação, agora com alguns apoios brancos e espirais...
Internação, isolamento e minha falta de entendimento e de ação...
O retorno, a festa e a notória fragilidade...
A busca de causas e entendimentos. A criação de “efeitos” que futuramente torna-se real....
A sensibilização que vira em sentimentalismo. A cobrança, a auto-cobrança e a cobrança do Mundo de contas que a ele não cabe... O acompanhamento energético do caos..
O afastamento necessário para novas assimilações...
O retorno instintivo e palavras de “ vento branco magnético”.
Réquiem, Réquiem, Réquiem!!!
Entrelaçador de Mundos sopra vento para canto antes em vácuo e é possível ver a chuva que caí de seus olhos, o vento fica cinza momentaneamente.
Novo afastamento com pitadas de “ contatos” diretos e turbulentos contatos energéticos.
O afastamento físico total é tido!
A saudades é doída.
“Menina coloca a mão aqui no meu peito. Estou muito emocionada (os olhos lagrimejando), estou realizando o maior sonho da minha vida, subir num palco e mais ainda, exatamente na hora em que as cortinas aqui se abrirem, também abrirão para receber meu filho que dentro de sua rotina de trabalho também entra no palco.”
Hoje faz dez dias que você se foi daqui e somente agora começa sair algo de mim, talvez porque tenha muito...
Desde o início a admiração, a vontade de abraçar a vontade de cuidar. Afinal era como zelar a esperança de uma vida diferente, de ver o envelhecer como uma transformação e não mais como um sofrimento.
Tudo era assim... a cada encontro lágrimas de satisfação caiam... não percebia a possível existência escondida de uma depressão.
Um dia em um exercício de um caminhar, um cair e um lento e com certeza dolorido “desabar”...
Superação, nova atuação, agora com alguns apoios brancos e espirais...
Internação, isolamento e minha falta de entendimento e de ação...
O retorno, a festa e a notória fragilidade...
A busca de causas e entendimentos. A criação de “efeitos” que futuramente torna-se real....
A sensibilização que vira em sentimentalismo. A cobrança, a auto-cobrança e a cobrança do Mundo de contas que a ele não cabe... O acompanhamento energético do caos..
O afastamento necessário para novas assimilações...
O retorno instintivo e palavras de “ vento branco magnético”.
Réquiem, Réquiem, Réquiem!!!
Entrelaçador de Mundos sopra vento para canto antes em vácuo e é possível ver a chuva que caí de seus olhos, o vento fica cinza momentaneamente.
Novo afastamento com pitadas de “ contatos” diretos e turbulentos contatos energéticos.
O afastamento físico total é tido!
A saudades é doída.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Beijo de Chocalate ou melhor de Kinder Ovo.
ASSUMINDO O PODER SOBRE A PRÓPRIA VIDA
O conselho emitido pelo Tarot vem através da imagem do arcano IV, chamado “O Imperador”, cuja imagem nos revela uma figura masculina solidamente colocada, irradiando poder e autoridade. O pedido do arcano IV é o da importância de reconhecer a própria força e não depender demais de ninguém. Sempre que dependemos do outro, o outro pode falhar conosco eventualmente e qualquer felicidade excessivamente buscada fora de nós é absolutamente temporária. Procure, neste momento, cultivar a referência do seu próprio poder pessoal e não se deixe levar demais pelos conselhos alheios. Reconheça, em si, a autoridade para comandar sua própria vida.
Conselho: Seja mais independente neste momento.
O conselho emitido pelo Tarot vem através da imagem do arcano IV, chamado “O Imperador”, cuja imagem nos revela uma figura masculina solidamente colocada, irradiando poder e autoridade. O pedido do arcano IV é o da importância de reconhecer a própria força e não depender demais de ninguém. Sempre que dependemos do outro, o outro pode falhar conosco eventualmente e qualquer felicidade excessivamente buscada fora de nós é absolutamente temporária. Procure, neste momento, cultivar a referência do seu próprio poder pessoal e não se deixe levar demais pelos conselhos alheios. Reconheça, em si, a autoridade para comandar sua própria vida.
Conselho: Seja mais independente neste momento.
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