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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Somente o Coração está no PRESENTE!

Com base no PDC de Permacultura e no conhecimento docemente e fortemente transmitido por Skye Riquelme, (segundo o mesmo com base nos principios de Ken Wilder)
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O que difere os seres humanos dos animais é a capacidade de apreender, mas para apreender estamos de certa forma “voltando ao passado”, afinal todo conhecimento parte de experiências passadas. Isto é muito bom! Mas se torna ruim quando passa ser um empecilho e nos impede de ser criativo e gerar um novo conceito.
Todos os grandes descobrimentos não vêm do método científico. Todo método científico tem o poder de melhorar muitas coisas. Mas muito pouco de criar!
A aprendizagem não é um processo individual é um processo coletivo.
Quando nos conectamos com o novo á partir de uma nova forma de ser, muitas vezes temos a nossa percepção corrompida pela preocupação em responder e se posicionar, até que em um determinado momento passamos a nos preocupar prioritariamente com as idéias que nos é transmitida. Abrimo-nos então para o novo. Assim a nossa mente que reinava no passado pode á partir da empatia (gerada pelo amor) ir para o presente.
Nossa mente só existe no passado. Somente o coração existe no presente. Á partir dele (coração) podemos ter perceber novas informações, intuições, inspirações e levemente perceber o futuro.

domingo, 3 de julho de 2011

Lótus



Lótus..
Como sempre a mente evoluída de Elio Andreoti surpreende até mesmo os envolvidos no processo... Com fé nas junções dos fragmentos, as cenas criadas de forma fragmentada ao unidas causa “efeito participativo”(aquele que público sente) nos adeptos á aprendizagem do universo cênico: Grupo Solar. Mas uma vez me sinto assim: público e atriz em um único e inesquecível momento!
Chegada, Vento, Água, Terra, Sentidos, Éter, Alma, Mata, Natureza, Fogo, Partida...Espiral!

Fruta Cósmica com Agridoce em Marília 01-07-2011/ Caipira Bruto




Fruta Cósmica com Agridoce em Marília na 4 Noite fora do Eixo... Caipira Bruto!

Foi assim...indicados por Marina Correa, convidados por Gabriel Coiso partimos pra Marília City: Eu (Taty Beija Flor) Dirigindo, Li Barbosa de co-piloto e Rafael Maia no banco de trás (bem ao meio para ver a estrada)... No caminho os assuntos do dia-a-dia e a ansiedade evidente de Rafael: "Quanto tempo demora para passar 40 KM?". Bem próximo á Marilia, colocamos o CD da trilha sonora de nossa performance e fomos discutindo e até mesmo alterando algumas ações.
Ao chegarmos na cidade fomos recepcionados por Gabriel Coiso, Marina Correa e Janína e assim seguimos sentido ao Bar Cão Pererê... Fomos mega-bem recepcionados! Nossa que lugar diferente, uma decoração autêntica, tudo muito bonito e único!
Subimos no andar de cima (Não dá para subir no porão, mas tudo bem rs) e assistimos o ensaio das bandas! No intervalo aproveitamos para tirar fotos diferentes, naquele local diferente! Fomos ao posto de gasolina e lá tomamos um café, conversamos com uma caixa mega-simpática e compramos um jornal o qual falava da ida do grupo Fruta Cósmica a Marília e da história recente de sua composição (foi muito legal ver isso).
Perdidos no meio da boa receptividade do pessoal de Marília, da aparência autentica do bar e som original que a banda Caboutchan fazia, nos perdemos e já era a hora de apresentar e não estávamos prontos... Correria, Ajuda (de Marina e Janína) e ainda mudança de planos, o melhor local para fazer a cena passa ser o espaço de baixo próximo ao bar... Todos arrumados, Rafael com seu corpo todo pintado (Marina e Janína também com parte de seu corpo pintado rs) a primeira música da trilha foi posta e Rafael sobe as escadas do "camarim improvisado"(O Porão mágico do bar) em dez segundos o silêncio foi pairando e agora quem subia era Li Barbosa e por fim eu, Taty Beija Flor.
Sentia a presença do público por todos os lados, principalmente nas costas, já que o pessoal da rua também se aglomerou para ver a cena, impressionante a troca de energias e de sensações instantâneas, sem palavras, sem nenhuma palavra, "apenas com gestos"e ao final da cena, impulsionada pela trilha de Moby (que aliás recebeu um grito eufórico de um observador de fora do bar. MOOOOBYY CARAAA!) o olhar á todos os presentes.
Encerrada a cena ao sair do porão, tive fedback muito interessantes, diziam que a surpresa com o silêncio do público havia sido algo inédito, elogiavam até mesmo o figurino diante do frio que fazia e até mesmo o elogio de alguém que pontuava não gostar de teatro, todos que por nós passava fazia alguma colocaçào á respeito, a indiferença era excluída.
Teve um fato ainda o qual seria comico se não fosse trágico (rsrsrs), Rafael com seu corpo todo pintado necessitava de um banho e autorizado por Dú foi tomar o banho no próprio bar, no banheiro das meninas, acompanhado por gritos e batidas na porta, (pelas garotas que queriam utilizar o banheiro) até que cai a energia do bar e é informado de que teria que encerrar seu banho e assim molhado e P da vida nosso querido parceiro sai do bar e de forma extremamente amigável nosso idolo André saí de trás do balcão oferece sua casa e acompanha nosso amigo Rafael que volta para o bar calmo e sem tinta preta no corpo.
Assim partcipamos da entrevista para youtube feita por Dú e ainda ouvindo o som "alconcur" da banda Lisabi, fechando a noite de forma digna e coerente de um evento planejado e organizado por Caipira Bruto.

Marilia que Maravilha, Receprocidade e Boas Companias !
Queremos Voltar! É Só Chamar

domingo, 19 de junho de 2011

Clarice está em mim e um dia também sairá de mim!

Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. É porque eu não quis o amor solene, sem compreender que a solenidade ritualiza a incompreensão e a transforma em oferenda. E é também porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu queria amar o que eu amaria - e não o que é. É também porque eu me ofendo a toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa. É porque sou muito possessiva e então me foi perguntado com alguma ironia se eu também queria o rato para mim. Talvez eu me ache delicada demais apenas porque não cometi os meus crimes. Só porque contive os meus crimes, eu me acho de amor inocente. Talvez eu tenha que chamar de “mundo” esse meu modo de ser um pouco de tudo. Eu, que sem nem ao menos ter me percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário (…). Eu que jamais me habituarei a mim, estava querendo que o mundo não me escandalizasse. Porque eu, que de mim só consegui foi me submeter a mim mesma, pois sou tão mais inexorável do que eu, eu estava querendo me compensar de mim mesma com uma terra menos violenta que eu.

(Clarice Lispector - do Livro: Felicidade Clandestina)

domingo, 12 de junho de 2011

O Futuro setornou--- de Octavio Paz

"O futuro se tornou a região do horror, e o presente se converteu num deserto. As sociedades liberais giram, giram, mas não avançam, só se repetem. Se mudam, mas não se transfiguram. O hedonismo do Ocidente é a outra face do seu desespero; O lugar vazio deixado pelo cristianismo nas almas modernas não foi ocupado pela filosofia, mas pelas superstições grosseiras. Nosso erotismo é uma técnica, não uma arte ou uma paixão."



Sobre o autor: Octavio Paz

Octávio Paz Lozano foi um poeta mexicano, nascido na Cidade do México, em 1914, e faleceu em 1998. Foi notabilizado por seu trabalho prático e teórico no campo da poesia moderna ou de vanguarda. Recebeu o Nobel de Literatura de 1990 , é considerado um dos maiores escritores do século XX e um dos grandes poetas hispânicos de todos os tempos

Fonte: http://www.tvcultura.com.br/provocacoes/poemas?search=Octavio+Paz&by=author

Autoconhecimento, as doenças ou a saúde?


O autoconhecimento é um caminho que nos aproxima do existencialismo, quanto mais percebemos quem somos, mais nos sentimentos responsáveis por TUDO que vivenciamos e assim buscamos o nosso aperfeiçoamento.
É impressionante como na vida podemos ser o nosso melhor amigo, tal como o nosso maior inimigo, tudo depende de como lidamos com o que nos acontece, afinal o problema não é o problema, mas a forma com que reagimos a ele.
“Esquece todas as ofensas que te façam, ainda mais, esforça-te por pensar o melhor possível do teu maior inimigo. Tua alma é um templo que não deve ser profanado pelo ódio.” (Paracelsos)
Porque esperamos que a nossa “cura” que nossa “libertação”venha do outro?
O próprio Jesus Cristo, dizia: “Levanta-te e anda.” Era como se dissesse a cada um de nós que a força e a vontade está em nós mesmos e que ele era “apenas”a imagem refletida em si mesmo de que toda forma de superação é possível, desde que entendamos o nosso papel aqui e que escolhamos o que queremos.
Pensando nessa forma existencial de ver a vida, passamos a questionar as doenças e fatalidades e então percebemos que muitas doenças partem de nossa forma de viver e que na maioria das vezes também ignoramos as mesmas como reações as nossas atitudes, um exemplo disso é a solução dos orientais para prisão de ventre: “arrume o guarda roupa, jogue (ou destine á outros) tudo que não lhe serve e seu corpo reagirá da mesma maneira.”
Complexo? Claro!
Outro foco da questão das doenças e fatalidades é que todos ao nascermos, sabemos que morreremos e afinal se temos uma alma imortal, qual é a minha programação e a minha missão para essa vida? O que realmente é melhor para minha forma de SER?
Nesse sentido começamos a refletir as formas de tratamento e medicina que escolhemos para “curar-nos”, e já nascemos apresentados medicina tradicional, com suas fórmulas alopáticas que tem a ênfase de tratar de nossas doenças e não necessariamente promover a nossa saúde.
A medicina tradicional lida especificamente com o nosso corpo material, físico, e cabe aqui uma ressalva de que essa fragmentação Cartesiana e Newtoniana serviu lá atrás como uma estratégia para que pudessem numa época que tudo era desvendado e sanado unicamente pela religião, buscar outras vias através de estudos e que para isso separam a alma (que ficava ligada a religião) do corpo físico (que passará a ser estudado pela ciência).
E nos dias atuais como lidar com as doenças, Sai Baba, pontuou sobre 2012:


“A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.
Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.
Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.”

A conexão está feita, a amplitude dos problemas só podem ser interpretados se analisados holisticamente:
“Um sistema de medicina que ignore a existência do ser espiritual está incompleto porque os tecidos que constituem o nosso corpo físico, são sustentados não apenas por oxigênio, glicose e nutrientes químicos, mas também por energias vibracionais superiores que conferem a vida expressão criativa do corpo físico.” (Fisioterapeutas: Dra Ana Maria Barbosa Pagani e Dr. Lauro Pereira Pagani)
Como tratar, por exemplo, o órgão estômago através da matéria unicamente se este não digere apenas alimentos, mas emoções, sensações e sentimentos?
“Estes singulares sistemas de energia são afetados em seu equilíbrio pelas emoções pela mente e também por fatores ambientais e nutricionais. A conexão invisível entre o corpo físico e as forças sutis do espírito detém a chave da compreensão dos relacionamentos internos entre matéria e energia” (Fisioterapeutas: Dra Ana Maria Barbosa Pagani e Dr. Lauro Pereira Pagani)
Einstein na física quântica, Paracelsos nas homeopatias e Dra Edward Bach no estudo dos Florais, demonstraram a percepção e a ousadia de estudos que buscam a visão holística do SER humano.
Bach por exemplo, tinha uma carreira promissora como médico e quando passou a estudar os florais (acreditava na evolução de algumas flores, a possibilidade de auxílio das mesmas ao ser humano) foi chamado de charlatão e com risco de perder seu diploma de médico e ainda ser preso, ao questionar o que aconteceria se não fosse médico e estudasse os florais recebeu a resposta de que de que nada aconteceria, e assim fez, por sua pura vontade a entrega de seu diploma de medicina e estudou até o fim de seus dias na terra, os florais, inclusive desencarnando ao fim do mesmo (estudo).
Por quê?
Porque percebia e acreditava no caminho existencial de “cura-te a ti mesmo” da cura advinda do “caminho do coração”.
Ainda nos dias de hoje vemos pessoas loucas, lutando para aumento de hospitais e ninguém luta, faz campanha para a causa de “Conhece-te”, para o autoconhecimento e aperfeiçoamento pessoal e espiritual, buscando realmente o equilíbrio e a cura.
Na luta para emancipação da Índia Gandhi foi questionado de como a Índia poderia ser independente se não tinham nem hospitais e ele respondeu:
“Primeiramente isso é problema meu e hospitais não são sinônimos de saúde, mas de doenças.”
Coisas para pensar....